BILHETERIAS (28/01 a 30/01)
 
Confira o ranking com as maiores bilheterias de cinema do fim de semana no Brasil:
 
1. Entrando Numa Fria Maior Ainda
Às vésperas do casamento, Greg leva sua noiva e os pais dela para conhecerem seus pais. É quando o modo liberal dos pais de Greg entra em conflito com os valores pregados pelo pai de sua futura esposa.
 
2. Closer: Perto Demais
Anna é uma fotógrafa bem sucedida, que se divorciou recentemente. Ela conhece e seduz Dan, um aspirante a romancista que ganha a vida escrevendo obituários, mas se casa com Larry. Dan mantém um caso secreto com Anna mesmo após ela se casar e usa Alice, uma stripper, como musa inspiradora para ganhar confiança e tentar conquistar o amor de Anna.
 
3. Alexandre
História de Alexandre, o Grande, o lendário conquistador da antigüidade.
4. Elektra
Torturada pelo passado, Elektra é obcecada por sua morte e seu misterioso renascimento. Apesar de ter sido treinada na rígida disciplina do ninjutsu, ela não consegue controlar a fúria que sente pela morte dos pais. Sua ânsia por vingança faz com que parta para o exílio e se torne uma perigosa assassina profissional. Seu novo alvo é Abby, uma garota de apenas 13 anos, e seu pai, Mark, os quais precisam salvar de um perigoso inimigo, que possui poderes sobrenaturais.

5. Desventuras em Série
Após seus pais morrerem, três irmãos passam a morar com um ganancioso tio.

6. Os Incríveis
Um super-herói aposentado tem a chance de voltar à ativa quando recebe um comunicado misterioso sobre uma missão secreta.

7. O Grito
Uma assistente social precisa desvendar a maldição existente em uma casa.
 
8. Doze Homens e Outro Segredo
Danny Ocean e sua quadrilha precisam realizar um novo roubo para pagar a quantia cobrada por Terry Benedict, caso contrário serão mortos.
 
9. Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida
Bióloga que mora na Amazônia descobre ser a reencarnação de uma deusa viking.
 
10. Tainá 2: A Aventura Continua
Tainá precisa lidar com o sumiço de uma índia de apenas 6 anos, que deseja se tornar uma protetora do meio ambiente que nem ela.


 Escrito por Cleverson Uliana às 23h15 [   ] [ envie esta mensagem ]




HIT PARADE (23/01 a 29/01)
 
Saiba agora quais foram as músicas mais tocadas, os álbuns mais vendidos e os lançamentos musicais no Brasil durante a última semana:

MÚSICAS MAIS TOCADAS
  
1. Eu Amo - Zezé Di Camargo & Luciano
2. My Boo - Usher & Alicia Keys
3. Os Amantes - Daniel
4. Vamos Fugir - Skank
5. C.B. Sangue Bom - Marcelo D2
6. A Desconhecida - Leonardo
7. Apaixonado - Hugo & Tiago
8. Doce Desejo - Babado Novo
9. Céu da Boca - Ivete Sangalo & Gilberto Gil
10. Mulheres São de Vênus, Os Homens São de Marte - Tihuana
11. Missing - Evanescence
12. Ao Sentir o Amor - Alexandre Pires & Fat Family
13. Eu Quero Sempre Mais - Ira! & Pitty
14. Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim - Roberto Carlos & Ivete Sangalo
15. Nobody's Home - Avril Lavigne

CDS MAIS VENDIDOS

  
1. SINTONIA FINA, VOL. 1
2. MTV AO VIVO - Ivete Sangalo
3. THE GREAT AMERICAN SONGBOOK III - Rod Stewart
4. ZEZÉ DI CAMARGO & LUCIANO 2004 - Zezé Di Camargo & Luciano
5. DESTINY FULFILLED - Destiny's Child
6. ELEPHUNK - Black Eyed Peas
7. COMO UMA ONDA - Trilha Nacional da Novela
8. UAU! AO VIVO EM SALVADOR - Babado Novo
9. RADIOLA - Skank
10. ENCORE - Eminem
11. CANTA GRANDES SUCESSOS - Leonardo
12. AMERICAN IDIOT - Green Day
13. GREATEST HITS: MY PREROGATIVE - Britney Spears
14. SONGS ABOUT JANE -  Maroon5
15. AO VIVO - Bruno & Marrone

ÁLBUNS QUE CHEGARAM ÀS LOJAS NA ÚLTIMA SEMANA
- PEACHTREE ROAD - Elton John
- GENIUS LOVES COMPANY - Ray Charles

MÚSICAS QUE COMEÇARAM A EMPLACAR NAS RÁDIOS NA ÚLTIMA SEMANA
- Chegou o Verão - Gil
- Indiferença - Ricardo & Raphael
- Boulevard Of Broken Dreams - Green Day
- Here We Go Again - Ray Charles & Norah Jones
- Mockingbird - Eminem
- Get Right - Jennifer Lopez

(FONTE DOS DADOS: Hot 100 Brasil)


 Escrito por Cleverson Uliana às 16h59 [   ] [ envie esta mensagem ]




ALEXANDRE

Alexander, EUA, 2004. Direção: Oliver Stone. Com: Colin Farrell, Angelina Jolie, Val Kilmer, Jared Leto, Rosario Dawson, Anthony Hopkins. 2h55. Aventura.



Uma lenda destruída ou uma história trabalhada de forma inadequada? É difícil traduzir o percurso de “Alexandre”, filme que chegou massacrado aos cinemas graças às duras (e nem sempre justas) críticas feitas pela imprensa americana. O resultado foi um desempenho pífio nas bilheterias, o que não vem se confirmando ao redor do mundo, já que o filme vem fazendo uma boa carreira internacional. O fato é que “Alexandre”, que custou $195.000.000, rendeu até agora $137.271.961. Se vai se pagar e trazer algum lucro para a Warner é um verdadeiro mistério.

O filme mostra a história de Alexandre (Colin Farrell), um dos maiores mitos da História. Nascido na Macedônia, ele assumiu o trono aos 20 anos de idade e conquistou um território que se estendia da antiga Babilônia até a Índia. Em oito anos de campanha expancionista, liderou 70 batalhas e desconheceu a derrota.

Uma história dessas teria tudo para render uma superprodução de tirar o fôlego. No fundo, era o que todos esperavam de “Alexandre”. O fato é que, visto o filme, chega-se à triste constatação de que são poucas as cenas memoráveis. Fica a impressão de que Oliver Stone (“JFK”, “Nascido em 4 de Julho” e “Platoon”) não conseguiu defender sua tese nem concretizar seu objetivo.

O diretor certamente quis polemizar ao explorar a bissexualidade de Alexandre. Não pensou duas vezes antes de colocar o personagem flertando com um dançarino andrógino e trocando olhares insinuantes com um amigo de infância. Seria um elemento a mais da biografia ou pura e gratuita provocação?



O fato é que, ao longo do filme, Alexandre se divide entre os carinhos de um amigo e a luta para conquistar o mundo, criando um império multicultural. Não há dúvidas de que é um homem poderoso. Mas falta ao personagem o vigor de um herói, algo que realmente justifique a grandiosidade de sua história.

O Alexandre apresentado é um líder nato, mas envolto por uma fragilidade nada peculiar a grandes heróis. A escalação equivocada de Colin Farrell (“Minority Report”, “S.W.A.T.” e “Demolidor”) para o papel complica ainda mais a situação. Não por culpa do ator, que é competente e deu o melhor de si na composição do personagem. Mas pelo simples fato de que ele não tem o perfil de “Alexandre, o grande”. Seu olhar transmite doçura e fragilidade, quando na verdade deveria transparecer força e bravura. Talvez Val Kilmer e Tom Cruise, as primeiras apostas do diretor, tivessem atingido um nível mais satisfatório e convincente.

Angelina Jolie (“Lara Croft”, “60 Segundos” e “O Colecionador de Ossos”) é um caso à parte como Olímpia. A mãe do protagonista certamente bebeu água da fonte da juventude. Só isso para explicar primeiramente o fato de Angelina estar na tela como mãe de Farrell (apesar de ter um ano a menos que ele) e não envelhecer no decorrer dos 30 anos da história. Faltou um trabalho de maquiagem mais apropriado e, acima de tudo, uma direção mais cuidadosa com a atuação e o sotaque de da atriz.

Mas há gratas surpresas no casting de “Alexandre”. Val Kilmer (“Top Gun”, “Batman Eternamente” e “Fogo Contra Fogo”) surpreende como Filipe II, o pai do protagonista, numa caracterização irrepreensível e num trabalho de maquiagem espetacular. Excepcional também o jovem Jessie Kamm, que dá vida a Alexandre quando criança. A atuação fica ainda mais marcante graças novamente ao trabalho de maquiagem, que deixou o pequeno ator com olhar idêntico ao de Farrell.



Oliver Stone foi obrigado a reduzir a história de cinco para três atos, fazendo com que muita coisa se perdesse. Ao optar por concentrar o filme mais na relação do imperador com os pais (uma mãe dominadora e um pai bruto), sua bissexualidade e toda a trama política, deixando de lado as grandes batalhas e conquistas, o diretor decepciona aqueles que vão ao cinema em busca de grandes lutas coreografadas.

Problemas de roteiro à parte, a produção de “Alexandre” enche os olhos. Locações belíssimas e cenários grandiosos dão o tom necessário à história. Destaque para a Babilônia, numa reprodução magnífica dos jardins suspensos, e para as duas batalhas. A primeira, em Gaugamela, que mistura acontecimentos de várias batalhas contra o reino persa, e a segunda na Índia, contra exércitos liderados por elefantes selvagens. Apesar de realistas, o excesso de cortes acaba tirando grande parte do impacto das batalhas retratadas.

“Alexandre” é um filme corajoso. A produção não é ruim como pintam e nem é boa quanto poderia ser. Um dos grandes equívocos talvez tenha sido contar histórias que deveriam ser mostradas e mostrá-las quando, na verdade, elas deveriam ser contadas. Nem mesmo as seqüências mais explícitas entre Alexandre e seu amigo-amante Hephaistion (Jared Leto) chegam a chocar sequer os mais puritanos, uma vez que se optou por trabalhar mais com a relação de amor dos dois do que propriamente um relacionamento carnal.

Um filme visualmente interessante, mas não deslumbrante como prometia. Faltou um roteiro melhor estruturado e uma direção mais firme, que não se deixasse influenciar tanto pela hipócrita onda de moralismo que vem tomando conta dos Estados Unidos nos últimos meses. Esse “Alexandre”, definitivamente, de grande só tem a duração de quase três horas. Uma pena!



 Escrito por Cleverson Uliana às 23h13 [   ] [ envie esta mensagem ]




BILHETERIAS (21/01 a 23/01)
 
Confira o ranking com as maiores bilheterias de cinema do fim de semana no Brasil:
1. Closer: Perto Demais
2. Alexandre
3. Elektra
4. Desventuras em Série
5. O Grito
6. Os Incríveis
7. Doze Homens e Outro Segredo
8. Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida
9. O Filho de Chucky
10. Tainá 2: A Aventura Continua


 Escrito por Cleverson Uliana às 23h30 [   ] [ envie esta mensagem ]




HIT PARADE (16/01 a 22/01)
 
Saiba agora quais foram as músicas mais tocadas, os álbuns mais vendidos e os lançamentos musicais no Brasil durante a última semana:

MÚSICAS MAIS TOCADAS
1. Eu Amo - Zezé Di Camargo & Luciano
2. My Boo - Usher & Alicia Keys
3. A Desconhecida - Leonardo
4. Os Amantes - Daniel
5. Vamos Fugir - Skank
6. C.B. Sangue Bom - Marcelo D2
7. Apaixonado - Hugo & Tiago
8. Mulheres São de Vênus, Os Homens São de Marte - Tihuana
9. Céu da Boca - Ivete Sangalo & Gilberto Gil
10. Doce Desejo - Babado Novo
11. Lose My Breath - Destiny's Child
12. Eu Quero Sempre Mais - Ira! & Pitty
13. Missing - Evanescence
14. Ao Sentir o Amor - Alexandre Pires & Fat Family
15. Pá Pá Lá Lá - Rouge

CDS MAIS VENDIDOS

1. MTV AO VIVO - Ivete Sangalo
2. ZEZÉ DI CAMARGO & LUCIANO 2004 - Zezé Di Camargo & Luciano
3. SINTONIA FINA, VOL. 1
4. THE GREAT AMERICAN SONGBOOK III - Rod Stewart
5. ELEPHUNK - Black Eyed Peas
6. DESTINY FULFILLED - Destiny's Child
7. UAU! AO VIVO EM SALVADOR - Babado Novo
8. RADIOLA - Skank
9. ENCORE - Eminem
10. COMO UMA ONDA - Trilha Nacional da Novela
11. CANTA GRANDES SUCESSOS - Leonardo
12. NUMBER ONES - Bee Gees
13. GREATEST HITS: MY PREROGATIVE - Britney Spears
14. AO VIVO - Bruno & Marrone
15. AMERICAN IDIOT - Green Day

ÁLBUNS QUE CHEGARAM ÀS LOJAS NA ÚLTIMA SEMANA
- SOU CHICLETEIRO - Chiclete com Banana

MÚSICAS QUE COMEÇARAM A EMPLACAR NAS RÁDIOS NA ÚLTIMA SEMANA
- Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim - Roberto Carlos & Ivete Sangalo
- Sistema Bruto - Chitãozinho & Xororó
- Rich Girl - Gwen Stefani & Eve
- Fuck It - Florida Inc.

(FONTE DOS DADOS: Hot 100 Brasil)


 Escrito por Cleverson Uliana às 22h01 [   ] [ envie esta mensagem ]




O GRITO

The Grudge, EUA, 2004. Direção: Takashi Shimizu. Com: Sarah Michelle Gellar, Jason Behr, William Mapother, Clea DuVall, KaDee Strickland, Grace Zabriskie. 1h36. Horror.

A refilmagem de clássicos do terror japonês pelo cinema norte-americano já está virando praxe. Ainda mais ao se descobrir que trata-se de uma fonte barata que traz muito lucro. Esse é o caso de “O Grito”, em cartaz nos cinemas brasileiros. Para se ter uma idéia, o custo de produção do filme foi de apenas $10.000.000. Contudo, para alegria da Sony, o longa já contabilizou $154.159.362 em todo o mundo. Claro que não se trata de nenhum sucesso arrebatador, mas há de se convir que a relação custo/benefício chama a atenção.

Em Tóquio, uma casa comum costuma ocultar o pavor que nela há, pois quando alguém morre nasce uma maldição, que faz as pessoas morrerem vitimadas por uma poderosa ira. É nesse contexto que surge a estudante americana Karen Davis (Sarah Michelle Gellar), que está no Japão num intercâmbio cultural. Voluntária do Centro Social de Apoio, ela inocentemente concorda em substituir uma assistente social que cuidava de Emma Williams (Grace Zabriskie), que tem uma letargia grave associada a leve demência. Ao chegar, vê Emma num estado catatônico, enquanto o resto da casa parece estar abandonado e desordenado.

O diretor de “O Grito”, Takeshi Shimizu, também esteve à frente da versão original do filme. Isso certamente lhe deu base para construir todo o clima de tensão e pavor que pede a história, dessa vez tendo a seu dispor toda a parafernália de produção hollywoodiana. O segredo do filme está justamente em toda a teia que o diretor vai tecendo, a cada minuto colocando informações novas para deleite e confusão do espectador.

O grande problema é que, apesar de estar bem amarrado, o roteiro parece ficar em aberto. Será  a deixa para uma continuação de “O Grito”? Por mais que seja, é injusto deixar o público na expectativa e frustrá-lo ao final do filme. Enquanto sobem os créditos, muitas dúvidas ficam pairadas no ar, pois a simples justificativa da “maldição japonesa” não basta para convencer o espectador de tudo que ele acabou de vivenciar na tela. Falta algo mais plausível, mais verossímil, mesmo em se tratando de um filme de horror.

Uma das estratégicas utilizadas pelo diretor para pregar sustos na platéia é aquela que vem ganhando cada vez mais espaço em filmes do gênero: movimentos inesperados de câmera e um uso permanente de trilha e efeitos sonoros assombrosos e impactantes. Funciona, já que por várias vezes você se deixa levar pelo que está acompanhando e esquece que está no meio de uma sala de cinema, entre várias outras pessoas.

“O Grito” é um bom filme, mas peca, como já foi ressaltado, por deixar várias lacunas abertas ao final da exibição. Um roteiro elaborado com mais propriedade poderia dar à história um final muito mais convincente e menos ambíguo. De qualquer forma, vale seu ingresso pelo envolvimento que estabelece com o espectador, deixando-o com vontade de, a certo momento, colocar em prática o que diz o título do filme.



 Escrito por Cleverson Uliana às 23h23 [   ] [ envie esta mensagem ]




BILHETERIAS (14/01 a 16/01)
 
Confira o ranking com as maiores bilheterias de cinema do fim de semana no Brasil:
1. Alexandre
2. O Grito
3. O Filho de Chucky
4. Os Incríveis
5. Doze Homens e Outro Segredo
6. A Lenda do Tesouro Perdido
7. Tainá 2: A Aventura Continua
8. Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida
9. Bob Esponja: O Filme
10. Blade Trinity


 Escrito por Cleverson Uliana às 22h40 [   ] [ envie esta mensagem ]




BRIDGET JONES: NO LIMITE DA RAZÃO

Bridget Jones: The Edge of Reason, EUA, 2004. Direção: Beeban Kidron. Com: Renée Zellweger, Hugh Grant, Colin Firth, Gemma Jones, Jim Broadbent, James Faulkner. Comédia Romântica. 1h48.



Em 17 de agosto de 2001, chegava aos cinemas brasileiros “O Diário de Bridget Jones”, mostrando uma mulher de 32 anos que resolve começar a escrever seu próprio diário, de forma provocativa, erótica e histérica. O filme foi um sucesso em todo o mundo, rendendo $280.210.455 aos cofres da Miramax. Em 03 de dezembro de 2004, foi a vez de “Bridget Jones: No Limite da Razão” estrear. Com custo de produção de apenas $40.000.000, o filme já rendeu $240.226.215 à Universal. Apesar do sucesso, mas por já ter perdido fôlego nas bilheterias de todo o mundo, tudo indica que não vai conseguir ultrapassar a renda do primeiro filme.

Dessa vez, Bridget Jones (Renée Zellweger) está namorando firme Mark Darcy (Colin Firth) há seis semanas. Mas o que deveria ser um sonho transforma-se em dúvidas e incertezas quando ela passa a questionar o que deve fazer para manter o homem de seus sonhos ao seu lado. A situação fica ainda pior após a contratação da nova colega de trabalho de Mark, de quem Bridget morre de ciúmes, e o reaparecimento de Daniel Cleaver (Hugh Grant), seu ex-chefe mulherengo, que volta a assediá-la.



Mais uma vez, o trabalho de composição de Renée Zellweger surpreende. A atriz engordou 13kg para voltar a interpretar Bridget Jones. Em compensação, foi muito bem recompensada por isso: um cachê de $15.000.000, mais um bônus de $3.200.000 como incentivo para ficar mais cheinha. De quebra, levou uma indicação ao Globo de Ouro de melhor atriz de comédia. Assim como no primeiro filme, a atriz está à vontade no papel e tem o tom exato que não permite que sua interpretação resvale para o ridículo. Ela conseguiu humanizar uma personagem que tinha tudo para cair no pastelão.

Alguns dizem que trata-se uma uma seqüência desnecessária, não pelo retorno dos personagens às telas, mas pela própria história apresentada. Outros acusam o roteiro de ter deturpado a personalidade de Bridget Jones, frustrando quem havia se identificado com a jornalista gordinha do primeiro filme. Discordo das opiniões citadas, pois achei a continuação não melhor, mas mais engraçada que o original. Além do que a mensagem de que “mulheres não-esculturais e atrapalhadas também podem se dar bem pessoal e profissionalmente” continua presente.

Novamente não entendo o motivo de tantos comentários negativos tanto por parte da crítica quanto do público. Será que os espectadores não estão esperando demais de filmes, na verdade, despretensiosos? A seqüência de Bridget Jones tem um bom roteiro, personagens carismáticos, boas interpretações, excelente trilha sonora e ainda por cima transborda graça e alto-astral. Se as trapalhadas e os equívocos da personagem continuam sustentando a história, então o que mais esperar do filme? Perguntemos a quem não gostou, já que eu aprovei.



 Escrito por Cleverson Uliana às 17h55 [   ] [ envie esta mensagem ]




A LENDA DO TESOURO PERDIDO

National Treasure, EUA, 2004. Direção: Jon Turteltaub. Com: Nicolas Cage, Diane Kruger, Justin Bartha, Sean Bean, Jon Voight, Harvey Keitel. Aventura. 2h11.

A Buena Vista já começou bem 2005. “A Lenda do Tesouro Perdido” é o primeiro blockbuster da Disney no ano. Com produção orçada em $100.000.000, o filme já rendeu $297.380.135 em todo o mundo. Claro que, até pela própria história, grande parte da bilheteria veio dos Estados Unidos, que contribuiu com nada menos que 56% desse montante. O fato é que o filme faz jus ao sucesso alcançado, colocando na tela uma típica aventura que mescla um tesouro clássico com a modernidade dos filmes do gênero.

Benjamin Gates (Nicolas Cage) é um caçador de tesouros, função que já atravessou gerações em sua família. Durante toda sua vida, ele procurou um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. As investigações de Benjamin sobre a localização deste tesouro fazem com que ele descubra que existe um mapa codificado escondido na Declaração de Independência dos Estados Unidos. Só que, para conseguir lê-lo, ele terá que enganar o FBI e roubar um dos documentos mais vigiados do país.

Não estranhe se, no decorrer de “A Lenda do Tesouro Perdido”, você encontrar alguma semelhança com “O Código da Vinci”, de Dan Brown. O best-seller, que desde abril do ano passado está liderando vendas em todo o mundo, certamente serviu de inspiração para a sinopse. Afinal de contas, a decifração de códigos, mapas e obras de arte é a febre do momento.

Também é provável que Benjamin Gates faça você lembrar, de imediato, de Indiana Jones. Pode-se dizer que o caçador de tesouros é a versão moderna e urbanizada do clássico arqueólogo. Mas sem o mesmo glamour e o tom aventureiro.

No entanto, tais referências não menosprezam “A Lenda do Tesouro Perdido” ou o tornam menos original. Até porque a trama do filme é bastante engenhosa, não se prendendo exclusivamente a um mapa que leva a um tesouro que precisa ser encontrado. Há um contexto que, apesar de exagerado, é bem elaborado, dando espaço a enigmas que exigem curiosas interpretações e, feito isso, cenas de ação bem realizadas.

Com a “A Lenda do Tesouro Perdido”, o diretor Jon Turteltaub chega ao seu primeiro grande sucesso. Antes, seu cartão de visita era a comédia romântica “Enquanto Você Dormia”. Em seu currículo também constam “Jamaica Abaixo de Zero” e “Fenômeno”. Claro que por trás do sucesso do filme está o produtor Jerry Bruckheimer (“Piratas do Caribe”, “Armageddon” e “Pearl Harbor”). Com seu toque de Midas, praticamente todos os projetos em que ele se envolve tornam-se bem-sucedidos.

“A Lenda do Tesouro Perdido” ainda vem ancorado por Nicolas Cage (“A Rocha”, “A Outra Face” e “60 Segundos”), ator que, nos últimos anos, tornou-se chamariz de público. Na realidade, sua atuação não traz nada de especial. No restante do elenco, também não há ninguém que chame a atenção. Mas nem é preciso, uma vez que a força do filme está no roteiro bem amarrado e na boa produção, que dá ao filme visual e estilo bacanas.

Não vá ao cinema esperando um filme espetacular. “A Lenda do Tesouro Perdido” compromete-se apenas a ser uma boa aventura. E isso o faz! Entretenimento puro que pincelou várias referências para elaborar seu próprio roteiro. De qualquer forma, chega a um resultado satisfatório.



 Escrito por Cleverson Uliana às 20h11 [   ] [ envie esta mensagem ]




BILHETERIAS (07/01 a 09/01)
 
Confira o ranking com as maiores bilheterias de cinema do fim de semana no Brasil:
1. O Grito
2. Os Incríveis
3. Doze Homens e Outro Segredo
4. A Lenda do Tesouro Perdido
5. Blade Trinity
6. Tainá 2: A Aventura Continua
7. Bob Esponja: O Filme
8. Meu Tio Matou um Cara
9. Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida
10. Dança Comigo?


 Escrito por Cleverson Uliana às 17h35 [   ] [ envie esta mensagem ]




DOZE HOMENS E OUTRO SEGREDO

Ocean's Twelve, EUA, 2004. Direção: Steven Soderbergh. Com: Brad Pitt, Catherine Zeta-Jones, George Clooney, Julia Roberts, Andy Garcia, Casey Affleck. Aventura. 2h05.



Em fevereiro de 2002, estreava nos cinemas brasileiros “Onze Homens e um Segredo”, filme que contava a história de um ladrão que, juntamente com sua quadrilha de 11 pessoas, planejava roubar três cassinos de Las Vegas ao mesmo tempo. Com um elenco estelar, o filme foi um sucesso em todo o mundo, arrecadando $450.717.150. Era de se esperar que o projeto bem-sucedido rendesse uma continuação. Eis que, em dezembro de 2004, estréia em nossas salas “Doze Homens e Outro Segredo”. Em apenas 10 dias de exibição, 756.086 brasileiros foram aos cinemas acompanhar a aventura, que já trouxe $293.055.533 aos cofres da Warner Bros.

Dessa vez, Danny Ocean (George Clooney) e Tess (Julia Roberts) vivem tranqüilamente, até que a paz é quebrada com o reaparecimento de Terry Benedict (Andy Garcia), o dono do hotel-cassino do primeiro filme. Ele exige de volta a quantia roubada, com juros, o que resulta em quase $200.000.000. Como a quadrilha gastou dinheiro demais, precisa agora bolar um plano fantástico para levantar a quantia em apenas duas semanas. Do contrário, todos serão mortos. É então que Ocean e seu melhor amigo, Rusty Ryan (Brad Pitt), concluem que a melhor opção é roubar um raríssimo “ovo” que está sendo exibido num museu de Roma e que vale o que eles precisam. Mas logo descobrem um milionário (Vincent Cassel) que também pretende roubar a obra.

É triste ver como a continuação de um bom filme como “Onze Homens” possa ser tão pífia como essa atualmente em cartaz. É a típica história criada de qualquer forma, com o único intuito de encher o bolso de seus realizadores. Não à toa, já que se sabe que esse roteiro seria usado para outro filme, mas acabou sendo reescrito e adaptado para os personagens de “Doze Homens”.

Nem a trupe de astros salva “Doze Homens” da mediocridade. Para começar, pela oportunidade de juntar um elenco como esse e desperdiçar praticamente todos. Além do que eles nem parecem estar muito à vontade em alguns momentos. Em outros, deixam transparecer que tudo não passa de uma grande brincadeira (para os espectadores, muito sem graça). Como se não bastasse a constelação do filme anterior, ainda entra em cena a grande Catherine Zeta-Jones. Um papel importante, que fez Julia Roberts morder-se de ciúmes. Afinal de contas, a estrela do primeiro filme aqui é tão coadjuvante que chega a interpretar ela mesma num dos momentos mais infames da trama.

São vários os problemas de “Doze Homens”. Na tentativa de fazer algo diferente, a direção já começa pecando ao trabalhar com a chamada “câmera no ombro”, dispensando o tripé, o que dá uma aparência amadorística ao filme. Como se não bastasse, a edição optou por realizar cortes bruscos nas cenas, dando a impressão de uma montagem feita às pressas.

A fotografia não é das melhores. Talvez para dar a “Doze Homens” um ar de filme antigo, a imagem aparece granulada em grande parte da história. Poderia ser uma boa idéia, não fosse a iluminação tão ruim. Há momentos dignos de espanto, onde tudo é tão escuro, que qualquer pessoa de uma eletrônica poderia fazer uma luz melhor. E o que dizer das legendas transparentes? Confesso que até agora não entendi o porque de os letreiros estarem grafados com branco transparente, ao invés do branco convencional da maioria dos filmes. Essa “opção” causa inúmeros transtornos ao espectador, já que, dependendo da cor das imagens de fundo, não é possível ler as legendas. E isso acontece em diversos momentos do filme.

Mas nada assombra mais do que o roteiro de “Doze Homens”. A história é completamente absurda, não tem nexo e os personagens estão ali por pura conveniência. Não houve a menor preocupação com as pessoas que fossem ao cinema sem ter assistido ao primeiro filme. Todos são simplesmente lançados e a “ação” tem início. Isso sem contar a triste idéia de roubarem o tal “ovo”. Convenhamos que a gangue de Ocean era bem mais inteligente e seletiva no primeiro filme, não?

Decididamente, o diretor Steven Soderbergh já teve seus melhores momentos. Além do próprio “Onze Homens”, vale destacar “Erin Brockovich” e “Traffic”. Apesar do sucesso que “Doze Homens” vem fazendo em todo o mundo, o filme é absolutamente esquecível. Medíocre, arrastado e longo a ponto de se transformar numa tortura que parece nunca chegar ao fim. Só espero que, daqui a cerca de três anos, não esteja estreando em algo sala “Treze Homens e Mais um Segredo”. Outro ninguém merece mais!



 Escrito por Cleverson Uliana às 18h50 [   ] [ envie esta mensagem ]




HIT PARADE (02/01 a 08/01)
 
Saiba agora quais foram as músicas mais tocadas, os álbuns mais vendidos e os lançamentos musicais no Brasil durante a última semana:

MÚSICAS MAIS TOCADAS
1. Eu Amo - Zezé Di Camargo & Luciano
2. Vamos Fugir - Skank
3. C.B. Sangue Bom - Marcelo D2
4. A Desconhecida - Leonardo
5. My Boo - Usher & Alicia Keys
6. Apaixonado - Hugo & Tiago
7. Mulheres São de Vênus, Os Homens São de Marte - Tihuana
8. Lose My Breath - Destiny's Child
9. Car Wash - Christina Aguilera & Missy Elliott
10. Vertigo - U2
11. Doce Desejo - Babado Novo
12. Breaking The Habit - Linkin Park
13. Eu Quero Sempre Mais - Ira! & Pitty
14. Missing - Evanescence
15. Ao Sentir o Amor - Alexandre Pires & Fat Family

CDS MAIS VENDIDOS

1. MTV AO VIVO - Ivete Sangalo
2. THE GREAT AMERICAN SONGBOOK III - Rod Stewart
3. UAU! AO VIVO EM SALVADOR - Babado Novo
4. NUMBER ONES - Bee Gees
5. ELEPHUNK - Black Eyed Peas
6. RADIOLA - Skank
7. ENCORE - Eminem
8. DESTINY FULFILLED - Destiny's Child
9. ZEZÉ DI CAMARGO & LUCIANO 2004 - Zezé Di Camargo & Luciano
10. GREATEST HITS: MY PREROGATIVE - Britney Spears
11. ACÚSTICO MTV - Engenheiros do Hawaii
12. AO VIVO - Bruno & Marrone
13. TAMO AÍ NA ATIVIDADE - Charlie Brown Jr.
14. COMO UMA ONDA - Trilha Nacional da Novela
15. SINTONIA FINA, VOL. 1

ÁLBUNS QUE CHEGARAM ÀS LOJAS NA ÚLTIMA SEMANA
- R.U.L.E. - Ja Rule
- HARMONIUM - Vanessa Carlton

MÚSICAS QUE COMEÇARAM A EMPLACAR NAS RÁDIOS NA ÚLTIMA SEMANA
- Escrito no Céu - Família Lima & Sandy
- No Meu Olhar - Pique Novo
- À Flor da Pele - Roupa Nova

(FONTE DOS DADOS: Hot 100 Brasil)


 Escrito por Cleverson Uliana às 10h39 [   ] [ envie esta mensagem ]




BILHETERIAS (31/12 a 02/01)
 
Confira o ranking com as maiores bilheterias de cinema do fim de semana no Brasil:
1. Doze Homens e Outro Segredo
2. Os Incríveis
3. A Lenda do Tesouro Perdido
4. Blade Trinity
5. Bob Esponja: O Filme
6. Meu Tio Matou um Cara
7. Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida
8. Dança Comigo?
9. Bridget Jones: No Limite da Razão
10. As Branquelas


 Escrito por Cleverson Uliana às 22h50 [   ] [ envie esta mensagem ]




BILHETERIAS (24/12 a 26/12)
 
Confira o ranking com as maiores bilheterias de cinema do fim de semana no Brasil:
1. Doze Homens e Outro Segredo
2. Os Incríveis
3. Bob Esponja: O Filme
4. Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida
5. Dança Comigo?
6. Bridget Jones: No Limite da Razão
7. O Expresso Polar
8. As Branquelas
9. A Sétima Vítima
10. Alfie: O Sedutor


 Escrito por Cleverson Uliana às 08h00 [   ] [ envie esta mensagem ]




DANÇA COMIGO?

Shall We Dance?, EUA, 2004. Direção: Peter Chelsom. Com: Richard Gere, Jennifer Lopez, Susan Sarandon, Stanley Tucci, Bobby Cannavale, Lisa Ann Walter. 1h35. Drama.

Peter Chelsom, um diretor que, até então, tinha como cartão de visitas o filme “Escrito nas Estrelas”, chega ao seu maior sucesso com a refilmagem de “Dança Comigo?”. Com custo de produção de $50.000.000, o filme já rendeu, até agora, $122.050.370 ao redor do mundo, tornando-se mais um dos sucessos da Miramax em 2004. Reunindo Richard Gere, Jennifer Lopez e Susan Sarandon, o filme, de início, já é um banquete para os olhos de muitos espectadores. O que não dizer então ao constatarmos que os três estão bem com seus respectivos personagens?

A história mostra John Clark (Richard Gere), um homem entediado que divide sua vida entre a enfadonha carreira de advogado e seu casamento insosso com Beverly Clark (Susan Sarandon). Após conhecer Paulina (Jennifer Lopez), uma bela professora de dança, ele decide se inscrever num curso de dança de salão para ficar perto dela.

Não entendo o que faz certos críticos torcerem o nariz para determinados atores. Richard Gere e Jennifer Lopez fazem parte desse time. Ao assistir alguns filmes de Gere (“Uma Linda Mulher”, “Chicago” e “Noiva em Fuga”) e Jennifer (“Encontro de Amor”, “Anaconda” e “A Cela”), é fácil constatar que tudo não passa de mera implicância. Não que os dois sejam atores excepcionais. Mas também estão longe de comprometerem qualquer personagem com uma atuação medíocre e ineficaz. O problema talvez seja que grande parte da crítica ainda não aprendeu que julgamentos de filme e atuação devem ser feitos separadamente.

Em “Dança Comigo?”, mais uma vez a dupla mostra-se funcional, principalmente no que tange aos números de dança. Richard Gere transita do drama à comédia com facilidade, enquanto Jennifer Lopez tem a difícil tarefa de driblar uma personagem que, devido à história, precisa estar apática em grande parte do filme. Se isso tem alguma coisa a ver com os problemas de relacionamento entre os dois durante as filmagens é um mistério. O fato é que, na ocasião do lançamento nos cinemas americanos, Jennifer recusou-se a participar da divulgação do filme.

Quem sai pela tangente em toda essa história é Susan Sarandon (“The Rocky Horror Picture Show”, “O Cliente” e “Lado a Lado”). Ainda muito bonita no alto de seus 58 anos, em “Dança Comigo?” ela acaba servindo de escada para que toda a história de John e Paulina se desenvolva. Apesar disso, apresenta uma atuação sensível da mulher que vê que seu casamento está prestes a desmoronar.

Um dos pontos fortes de “Dança Comigo?” é o desfile de bons coadjuvantes pela história. No decorrer do filme, personagens e suas peculiaridades vão sendo apresentados, o que torna a história ainda mais interessante. Link Peterson (aquele que parece ser, mas não é), Chic (um gordão desajeitado que se revela um pé de valsa), Bobbie (a professora perua), Vern (aquele que não parece ser, mas é) e Mitzi (a proprietária da escola de dança que precisa de uns goles para pegar no tranco). Enfim, uma gama de personagens engraçados que só fazem por enriquecer o filme e, em diversos momentos, acabam roubando a cena.

“Dança Comigo?” não foi bem recebido pela crítica brasileira, o que já vem tornando-se praxe com os últimos filmes lançados. Realmente não entendo o que as pessoas esperam de um drama (temperado com comédia e romance) que tem o único propósito de falar de relacionamentos, família e rotina. É isso que se vê na tela, com sensibilidade e emoção. Portanto, onde estaria o problema? Certamente num filme despretensioso que traz Richard Gere e Jennifer Lopez no elenco. Mero preconceito!



 Escrito por Cleverson Uliana às 11h35 [   ] [ envie esta mensagem ]


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Um blog destinado à cultura e ao entretenimento, com artigos próprios e informações do mundo do cinema, da música e da televisão.

produzido por:
CLEVERSON ULIANA
Jornalista, 24 anos
Curitiba, PR, Brasil
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